ArcelorMittal diz que não pode reiniciar com segurança Kryvyi Rih após mísseis; drone mata adolescente em Kiev
Quatro ataques em cinco semanas mataram cinco trabalhadores da maior siderúrgica da Ucrânia; a empresa registou cerca de mil milhões de dólares de imparidade não monetária. Em separado, um drone russo atingiu um edifício alto em Kiev e matou um rapaz de 14 anos, disse Zelenskiy.
A ArcelorMittal disse que já não pode reiniciar com segurança as operações em Kryvyi Rih, a maior siderúrgica da Ucrânia, após uma série de ataques com mísseis, segundo a Reuters a 25 de setembro (Peleschuk/Pruchnicka). A mesma cobertura descreve um ataque com drone russo a um edifício alto no centro de Kiev que matou um rapaz de 14 anos.
Paragem da fábrica
O CEO Mauro Longobardo disse que a empresa já não pode operar a AM Kryvyi Rih com segurança e discute o futuro com o governo ucraniano, visando preservar infraestrutura para eventual reinício após a paz. Houve quatro ataques em cinco semanas; morreram cinco trabalhadores. A empresa registou cerca de mil milhões de dólares de imparidade não monetária.
Contexto de produção
A fábrica produziu 1,7 milhões de toneladas de aço e 7,6 milhões de toneladas de minério de ferro em 2025 e já tinha reduzido capacidade desde 2022. O aço representa cerca de 15% das exportações ucranianas. Kamet e Zaporizhstal da Metinvest também foram atingidas antes, segundo a Reuters.
Kiev e outros ataques
Na sexta-feira um drone russo atingiu um edifício alto no centro de Kiev e matou um rapaz de 14 anos; Zelenskiy chamou o ataque de “absolutamente selvagem e nauseante”. Morreu uma pessoa numa instalação postal em Odesa; uma clínica médica foi atingida em Zaporizhzhia. A ONU reportou pelo menos 200 mortes de civis em setembro.
Alegações em conflito
A Rússia nega mirar deliberadamente civis. O ministério da Defesa russo alega ataques a defesa, logística e navios. A Reuters apresenta isto como alegações oficiais.
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