MI5 lança Centro de Avaliação de Ameaças de IA para separar hype de risco
O diretor-geral sir Ken McCallum anunciou em 13 de outubro de 2026 que o MI5 criou o AITAC com AISI, NCA e NCSC para avaliações de ameaças ligadas à IA, incluindo cibernética, propaganda e possível uso indevido de bioweapons.
Em 13 de outubro de 2026, o diretor-geral do MI5, sir Ken McCallum, anunciou na atualização anual de ameaças em Thames House que o Serviço de Segurança lançou o Centro de Avaliação de Ameaças de IA (AITAC) em 2026.
O que o AITAC faz
Sedado no MI5, reúne expertise do AI Security Institute (AISI) do Reino Unido, da National Crime Agency e do National Cyber Security Centre do GCHQ. McCallum disse que produz avaliações de todas as fontes que «separam a fanfarronice da realidade». O MI5 coloca-o ao lado de estruturas anteriores de análise de terrorismo e ameaças estatais.
Riscos destacados
Segundo ele, a IA já intensifica a disputa cibernética, pode personalizar propaganda e radicalização, e foi procurada por terroristas para melhorar reconhecimento e ataques, incluindo drones. Deu maior peso ao potencial ainda não realizado de mudar as apostas em torno de bioweapons. Também citou o problema de alinhamento a longo prazo.
Contexto
O anúncio integra a elevação da missão Protect. Páginas oficiais do MI5 e reportagens da POLITICO/BBC confirmam o lançamento.
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