Google apresenta o Gemini 4 Carbon, modelo de fronteira voltado à ciberdefesa; primeiro acesso só para defensores verificados
Segundo o Google, o Gemini 4 Carbon lidera o Artificial Analysis Intelligence Index v5 (59) e os testes de detecção (88,2% SEC-bench Pro), exploração (54,8% ExploitGym) e correção (71,0% CWE-bench) de vulnerabilidades; a liberação será gradual.
O Google DeepMind anunciou o Gemini 4 Carbon em 28 de outubro de 2026, duas semanas após o Gemini 4 Argon. A empresa o chama de seu modelo mais forte, focado em programação, tarefas agênticas longas e ciberdefesa.
O que o Google afirma
- 1º lugar no Artificial Analysis Intelligence Index v5.0, com 59 pontos, à frente do Claude Opus 5.5 e do GPT-6 Astra, segundo o Google e o The Verge.
- SEC-bench Pro 88,2% (encontrar vulnerabilidades reais), ExploitGym 54,8% (verificar se são exploráveis) e CWE-bench da Collinear 71,0% (correções funcionais). O Google ressalta que os testes foram feitos sem salvaguardas.
- Mais que o dobro da taxa de sucesso do Argon ao gerar código seguro em testes internos.
- No teste de injeção indireta de prompt da Gray Swan, nenhum ataque teve êxito (0,7% no Argon), relatou a SecurityWeek.
Liberação gradual
Como essas habilidades também podem ajudar atacantes, o Google começa nesta semana com um grupo de ciberdefensores e ampliará o acesso pelo Programa Fairwind (mais de 650 organizações, segundo a SecurityWeek). Também participa dos testes voluntários pré-lançamento do governo dos EUA. Preço: US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de saída.
Ressalva
Todos os números vêm do Google e ainda não foram reproduzidos de forma independente.
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