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Hidroxiureia não aumentou infecções em crianças africanas com anemia falciforme, mostra análise do REACH
Análise na The Lancet Haematology com 606 crianças e jovens de Angola, RD Congo, Quênia e Uganda não encontrou aumento de infecções diagnosticadas clinicamente com hidroxiureia, mesmo na dose máxima tolerada.
Uma análise de coorte do estudo REACH, financiado pelos NIH e publicada na The Lancet Haematology (divulgada em 8 de outubro de 2026), trata de um antigo receio sobre a hidroxiureia em locais de baixa renda.
Resultados
- 606 crianças e jovens com anemia falciforme em quatro centros de Angola, RD Congo, Quênia e Uganda.
- O tratamento não se associou a mais infecções diagnosticadas clinicamente, inclusive na dose máxima tolerada.
- Os autores veem respaldo para o uso como tratamento padrão onde o cuidado intensivo é limitado.
Limitações
É uma análise de coorte aberta, sem controle por placebo; a contagem depende do diagnóstico clínico em cada centro e pode não se aplicar a locais sem acompanhamento de estudo. Resumo baseado em nota de divulgação científica.
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