Vendas da Moncler estagnam no terceiro trimestre com a quebra do gasto turístico na Europa; Stone Island continua a crescer
As receitas do Moncler Group ficaram estáveis em 605,5 milhões de euros no terceiro trimestre a câmbios constantes. A marca Moncler recuou 1% e a EMEA caiu 8% com procura local mais fraca e menos turistas asiáticos, enquanto a Stone Island cresceu 5% e a Ásia 5%.
O grupo de luxo italiano Moncler registou receitas de 605,5 milhões de euros no terceiro trimestre, estáveis a câmbios constantes, travadas pelo abrandamento do gasto turístico e da procura local na Europa, Médio Oriente e África (EMEA), segundo a empresa e a SGB Media. Em nove meses as receitas chegaram a 1,895 mil milhões, mais 6%.
Por marca
As receitas da marca Moncler caíram 1%, para 499,6 milhões, penalizadas pelas lojas próprias (DTC), que recuaram 2%. Por regiões, a EMEA caiu 8% devido a procura local mais fraca e fluxos turísticos ainda baixos, sobretudo da Ásia. A Ásia (APAC, Japão e Coreia) subiu 5%, com todos os países a crescer, e as Américas avançaram 2%. O canal grossista cresceu 2%.
A Stone Island cresceu 5%, para 105,9 milhões, com a Ásia a subir 19% e as Américas 13%, enquanto a EMEA ficou estável por a marca ter reduzido os saldos.
Lojas
A Moncler terminou setembro com 305 lojas próprias, mais sete do que no fim de junho, depois de abrir uma loja-bandeira na Quinta Avenida, em Nova Iorque, e uma loja no Crystals, em Las Vegas, e de ampliar a dos Campos Elísios, em Paris. O presidente executivo, Remo Ruffini, disse que o setor continua a “navegar num ambiente extremamente complexo”.
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