Pandora supera previsões e estreita guia de 2026 para o topo da faixa
As vendas comparáveis da joalheria dinamarquesa subiram 4% no terceiro trimestre, acima de todas as estimativas, e a empresa espera agora crescimento orgânico de 2–3% neste ano. As ações saltaram cerca de 7%, embora o crescimento em outubro tenha desacelerado para 1%.
A joalheria dinamarquesa Pandora, cujas pulseiras de berloques começam em US$ 80, apresentou um terceiro trimestre melhor do que os analistas esperavam e elevou levemente suas metas para 2026.
O trimestre
- A receita chegou a DKK 6,69 bilhões (cerca de US$ 1 bilhão), com crescimento orgânico de 6% e vendas comparáveis de 4%, ante 2% esperados.
- Todas as regiões cresceram: Ásia-Pacífico +20%, América Latina +6%, América do Norte +3%, e a Europa voltou a crescer (+1%) após cinco trimestres de queda, segundo a WWD.
- A margem operacional (EBIT) foi de 15,9%, mas um reembolso parcial e pontual de tarifas americanas acrescentou 3,7 pontos; a margem subjacente ficou praticamente estável.
Perspectivas e estratégia
A Pandora espera agora crescimento orgânico de 2–3% em 2026 (antes 0–3%) e margem EBIT de 22,5–23%. As vendas comparáveis subiram apenas 1% em outubro, o que a empresa atribui a menos promoções.
A empresa vai apostar em 2027 numa estratégia de design mais distintiva e amplia o teste de joias banhadas a platina da Holanda para mercados como EUA, Reino Unido e Austrália, com uma transição mais ampla prevista para 2027.
As ações subiram mais de 7% em Copenhague.
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