Ralph Lauren eleva previsão de novo; vendas na Ásia sobem 28% e na China mais de 35%
A receita da Ralph Lauren subiu 9%, para US$ 2,2 bilhões, no segundo trimestre fiscal, acima do esperado e com crescimento em todas as regiões, liderado pela Ásia. A empresa elevou pela segunda vez sua previsão anual de receita e margem.
A Ralph Lauren divulgou na quinta-feira, 5 de novembro, os resultados do segundo trimestre do ano fiscal de 2027 e elevou “mais uma vez” sua previsão anual, segundo comunicado da empresa.
O trimestre (até 26 de setembro)
- A receita subiu 9%, para US$ 2,2 bilhões (+10% em moeda constante), acima do esperado, com crescimento em todas as regiões.
- A receita na Ásia saltou 28%, para US$ 571 milhões; a China cresceu mais de 35%. A América do Norte subiu 6% e a Europa 1% (3% em moeda constante).
- As vendas comparáveis no canal direto subiram 10% no mundo, e o preço médio por unidade vendida, 9%, refletindo mais vendas a preço cheio.
- O lucro ajustado por ação subiu 22%, para US$ 4,64. A margem bruta reportada de 74,2% foi impulsionada por restituições de tarifas americanas pagas sob a lei IEEPA; em base ajustada, ficou em 70,5%, alta de 2,5 pontos.
Nova previsão
A empresa agora espera crescimento de receita em moeda constante de cerca de 6–7% no ano fiscal de 2027, ante 5–6% antes, e expansão da margem operacional de cerca de 0,8–1 ponto. Para o terceiro trimestre, projeta alta de cerca de 3–4%.
A marca
A Ralph Lauren disse ter conquistado 1,7 milhão de novos clientes no canal direto e aberto 22 lojas, incluindo Boston, Sloane Square (Londres), Saint-Tropez e Pequim. O CEO Patrice Louvet disse que os resultados permitiram “elevar mais uma vez” a previsão do ano fiscal.
Consumidores americanos mais ricos continuam gastando com luxo “acessível”, como Ralph Lauren e Coach, enquanto os de menor renda cortam despesas, observou a Reuters.
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