CEO da Armani: venda de 15% pode envolver mais do que um investidor
O presidente-executivo Giuseppe Marsocci disse no domingo que a venda prevista de 15% da Armani “não está escrito em pedra que tem de ser um único investidor”, segundo a Reuters. A participação foi reservada no testamento de Giorgio Armani após a sua morte aos 91 anos em setembro de 2025; nomes preferidos: LVMH, L’Oréal e EssilorLuxottica. Ainda não há decisão sobre a estrutura.
A casa de luxo italiana Armani poderá vender uma participação de 15% a mais do que um investidor, disse no domingo o presidente-executivo Giuseppe Marsocci, acrescentando que não foi tomada decisão sobre a estrutura de um eventual acordo, segundo a Reuters via News.az.
Não está escrito em pedra
“Não está escrito em pedra que tem de ser um único investidor”, disse Marsocci a jornalistas à margem do desfile Giorgio Armani primavera/verão 2027 em Milão. Qualquer operação, afirmou, dependeria de acordo sobre preço e outros pormenores.
Testamento do fundador e compradores preferidos
A participação de 15% foi reservada para venda no testamento do fundador Giorgio Armani, falecido aos 91 anos em setembro de 2025. Armani tinha identificado como compradores potenciais preferidos o grupo de luxo francês LVMH, a cosmética L’Oréal e a ótica EssilorLuxottica.
Calendário
Marsocci, CEO desde outubro passado, disse que a casa pretende seguir o calendário do testamento do fundador enquanto considera opções para trazer um investidor e manter a estrutura de propriedade que Armani imaginou.
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